A alegria do pecado às vezes toma conta de mim
E é tão bom não ser divina
Me cobrir de humanidade me fascina
E me aproxima do céu
E eu gosto de estar na terra cada vez mais
Minha boca se abre e espera
O direito ainda que profano
Do mundo ser sempre mais humano
Perfeição demais me agita os instintos
Quem se diz muito perfeito
Na certa encontrou um jeito, insosso
Pra não ser de carne e osso.
quinta-feira, 21 de junho de 2007
quarta-feira, 13 de junho de 2007
O dia não foi, a noite o que será
Meus cabelos pela grama e eu sem nem querer saberpor onde começo e onde vou parar
Na imensidão da manhã meu amor se mudou pra lua
Eu quis te ter como sou mas nem por isso ser sua
Vou adiante como posso, liberdade é do que gosto
O dia nasceu, azul é sua forma
Já não quero mais ser posse, fosse simples como fosse
Um dia partir sem ganchos nem correntes
Façamos um brinde, façamos um brinde à noite que vai chegar
Façamos um brinde, façamos um brinde ao vento que veio dançar.
sábado, 9 de junho de 2007
Palavras
"Escrevo porque encontro nisso um prazer que não consigo traduzir. Não sou pretensiosa. Escrevo para mim, para que eu sinta a minha alma falando e cantando, às vezes chorando... "Eu escrevo sem esperança de que o que eu escrevo altere qualquer coisa. Não altera em nada... Porque no fundo a gente não está querendo alterar as coisas. A gente está querendo desabrochar de um modo ou de outro..." Clarice Lispector
quarta-feira, 6 de junho de 2007
Muito Prazer
Eis o melhor e o pior de mim
O meu termômetro, o meu quilate
Vem, cara, me retrate
Não é impossível
Eu não sou difícil de ler
Faça sua parte
Eu sou daqui, eu não sou de
Marte Vem, cara, me repara
Não vê, tá na cara, sou porta bandeira de mim
Só não se perca ao entrar
No meu infinito particular
Em alguns instantes
Sou pequenina e também gigante
Vem, cara, se declara O mundo é portátil
Pra quem não tem nada a esconder
Olha minha cara É só mistério, não tem segredo
Vem cá, não tenha medo A água é potável Daqui você pode beber
Só não se perca ao entrar
No meu infinito particular
O meu termômetro, o meu quilate
Vem, cara, me retrate
Não é impossível
Eu não sou difícil de ler
Faça sua parte
Eu sou daqui, eu não sou de
Marte Vem, cara, me repara
Não vê, tá na cara, sou porta bandeira de mim
Só não se perca ao entrar
No meu infinito particular
Em alguns instantes
Sou pequenina e também gigante
Vem, cara, se declara O mundo é portátil
Pra quem não tem nada a esconder
Olha minha cara É só mistério, não tem segredo
Vem cá, não tenha medo A água é potável Daqui você pode beber
Só não se perca ao entrar
No meu infinito particular
Assinar:
Postagens (Atom)
